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Eu fiz Band

A casa é sua. Por que não chega agora e vem conhecer as novidades?

Destaques

Acompanhe tudo o que se passa no Band

01.

Capacitação do corpo docente

Um bom professor tem o poder de mudar a vida de um aluno. É por isso que investimos mais de 1 milhão de reais por ano na atualização e capacitação de seu corpo docente, ajudando a aprimorar o trabalho e possibilitando o compartilhamento do aprendizado.

02.

Preparação para o mundo

Alunos do Band são aprovados, todos os anos, nas mais exigentes universidades do Brasil e do mundo. Mais do que preparar os alunos para entrar na universidade, auxiliamos no processo de escolha da carreira. Por meio do programa de Orientação Profissional, ajudamos os alunos a decidir o seu futuro com mais segurança e a sair do colégio preparados para realizar suas conquistas.

03.

Dentro e Fora do Brasil

O Colégio Bandeirantes é do tamanho da ambição dos seus alunos: USP, FGV, Insper, Harvard, Yale, Stanford, Columbia, University of Toronto, Universidade de Coimbra, Northwestern ou John Hopkins? Estudar no Band é o primeiro passo para quem sonha em entrar para as melhores universidades do planeta.

04.

Tudo junto e misturado

Acreditamos que a convivência e a responsabilidade também são um aprendizado. É por isso que nossos alunos têm autonomia para fazerem suas escolhas e possuem liberdades como wi-fi desbloqueado e ausência de uniforme – dessa maneira, reforçamos noções de responsabilidade e compromisso entre eles.

05.

Convivência em Processo de Grupo

No Band, a convivência acontece fora da sala de aula, mas também é tema desenvolvido dentro dela. Na Matriz curricular há o curso de CPG (Convivência em Processo de Grupo), no qual professores capacitados por especialistas de diversas áreas estimulam a reflexão e a discussão de temas como Adolescência, Prevenção às Drogas e Sexualidade.

06.

Dentro da quadra

Muito mais do que apenas aulas de educação física, oferecemos treinamentos gratuitos dirigidos por técnicos de basquetebol, futsal, handebol, voleibol, tênis de mesa e xadrez. O trabalho é voltado para o aperfeiçoamento da técnica esportiva, com o objetivo de formar atletas preparados.

Cultura Maker

STEAM

Os laboratórios STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Maths) são uma tendência no mundo todo, uma maneira de acabar com o isolamento das disciplinas e estimular a cultura do “fazer” . Como o Band adotou essa tendência?

Mudamos porque percebemos que batemos no teto. Ou seja, para melhorar, era necessário mudar, porque naquele modelo de currículo já tínhamos esgotado todas as possibilidades. É a ideia da integralidade do conhecimento. Foram dois anos de muito trabalho de preparação, aula por aula, realizadas algumas vezes antes da estreia com a colaboração de alunos e professores. Mas nada como a experiência de campo. Isso tudo vai ser muito melhorado e aperfeiçoado ano após ano. Temos um time de professores muito bom, de diferentes idades e muito dispostos. Por exemplo, a experiência sobre espectros de cores, em que entra Física e Arte. Nesse caso, um professor está aprendendo com o outro e ambos estão aprendendo com o aluno no desenvolvimento do projeto. Isso é de uma riqueza imensa.

Internacional

SAT e ACT no Band

Se olharmos o Bandeirantes há dez anos e hoje vemos um Colégio totalmente internacional. 2016 foi o ano em que mais houve aprovações de alunos fora do Brasil. Qual a importância disso?

O mundo é global e temos um departamento só para olhar para essa questão. Essa semente foi plantada em 1988. Nós decidimos que o inglês do Band não seria “Inglês de Colégio”, como dizem os próprios alunos. E como fazem as escolas de inglês para ter um ensino de língua diferenciado? Trazem professor dos Estados Unidos, mandam professor para o exterior. Foi o que fizemos. Todos os anos nós vamos para o os principais congressos do mundo em línguas. Somos credenciados para aplicar os exames internacionais, o SAT e o ACT. O ensino do Espanhol surgiu da mesma necessidade; hoje somos credenciados para fazer o exame DELE. Aos poucos, começamos a sentir um pequeno aumento na procura dos estudantes para estudar fora e demos apoio para isso e agora nós temos essa vertente que hoje já é uma demanda de mercado. O Bandeirantes segue um currículo nacional, mas é uma instituição totalmente internacional. Outro ponto importante é a presença de professores de todas as disciplinas em congressos fora do Brasil, além de mestrados e doutorados financiados por nós, trazendo novidades para todas as áreas.

Divisão de classes

Novo Currículo

O que o levou a repensar a divisão de classes por desempenho, uma característica do Band, que não existirá mais no novo currículo?

Não existe modelo ideal. Cada qual tem perdas e ganhos. Mas temos que considerar sempre a época em que vivemos. Quando esse modelo foi implantando, havia um reinado dos vestibulares extremamente conteudistas, um universo muito restrito de faculdades e universidades boas, praticamente não existiam opções para os alunos. A grande perda e o grande perigo ao montar uma classe heterogênea internamente, como já fazemos há muitos anos no Fundamental 2, naquela época, é que se corria um risco de alunos menos motivados dominarem o ritmo da classe. Quando se falava de Ensino Médio, próximo do vestibular, o aluno que realmente queria entrar na faculdade poderia ficar impedido de evoluir. Por muitos anos nós achamos que a divisão era compatível com o Fundamental 2, mas nós percebemos que os pontos negativos sobrepunham-se aos positivos e, por isso, mantivemos apenas no Ensino Médio. Mas a sociedade hoje não é a mesma de vinte anos atrás, as demandas mudaram muito. O mundo do trabalho mudou substancialmente. Surgiram novos processos seletivos, de extrema qualidade e com metodologias totalmente diferentes, como são os casos do direito FGV, Unicamp e PUC, que se diferenciam da FUVEST em uma tendência a buscar novas habilidades e competências. Daí a necessidade de atualizar o Colégio. A verdade é que este modelo de divisão por desempenho vai se tornando bastante incompatível com os aspectos da vida moderna. A acirrada competição que você cria, por exemplo, é uma perda. Muitas vezes isso vai na contramão das habilidades de trabalho em equipe, cooperativo, que é a essência do trabalho do novo currículo.

Áreas

Divisão por áreas

E por que abolir a divisão por áreas no novo currículo?

Isso é um legado da FUVEST, que ainda é um carro chefe no Colégio. Mas gera uma precoce especialização, que entra na contramão da educação e da sociedade modernas. O que acontecerá é que muitos cursos extracurriculares se tornarão “eletivas”. O aluno pode escolher o caminho dele. Assim, o Colégio entrega um currículo forte, em que o aluno é competitivo para a primeira fase da FUVEST. Para a segunda fase, ele escolhe o caminho dele. Se ele quiser fazer Engenharia, é bom que ele faça as eletivas de cursos avançados em Física e Matemática, por exemplo. Se ele quiser Medicina, é bom que ele faça cursos avançados em Física e Biologia. Então abrem-se essas possibilidades. A ideia é que o aluno possa entrar onde ele quiser.

Conteúdo se transforma no que você quiser.

É assim que o Band acompanha os novos tempos!

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